sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Inicio do ano letivo 2010





A acolhida nos primeiros dias de aula é fundamental para estabelecer o vínculo do aluno com a escola



Depois de planejar com a equipe gestora, os docentes e os funcionários como será o ano na sua escola, reserve um período da semana pedagógica para organizar a recepção dos alunos na primeira semana de aula. Os professores já terão informações sobre as turmas para as quais darão aulas e isso certamente ajudará nas relações que se estabelecerão no início do ano letivo. Com todo o grupo, pense nos detalhes que farão com que os alunos se sintam acolhidos e formem (ou fortaleçam) os laços afetivos com a escola – condição importante para que a aprendizagem aconteça. A seguir, uma pauta para você discutir com a equipe:






1. Organização das salas

Antes de os alunos chegarem, combine com professores e funcionários a maneira como a sala de aula deve estar organizada. No primeiro dia, as formações circulares facilitam a integração e por isso são mais indicadas do que fileiras (que não favorecem a socialização). Nas salas da Educação Infantil, aconselha-se a organizar cantos de brincadeiras para ajudar a entreter as crianças antes que a turma esteja completa e também já iniciando um processo de socialização e aprendizagem. A coordenação pedagógica, junto com os professores de cada turma, poderá decidir quais cantos são mais interessantes para as diversas faixas etárias.



2. Recepção

Decidam em conjunto o local em que cada um receberá os alunos. A sugestão é que a equipe gestora fique no portão para cumprimentar não somente as crianças e os jovens mas também os pais que costumam acompanhar os filhos à escola. Os professores podem esperar pelos alunos na porta da sala de aula. Combine com os funcionários de apoio que eles se posicionem nos corredores e em locais em que possam ajudar a informar a localização de cada classe ou ainda orientar sobre o caminho para os banheiros, o bebedouro etc. e outras dúvidas que os estudantes possam ter.




3. Apresentação em sala de aula

Reflita com os professores sobre a importância de apresentar os novos alunos aos demais antes do início dos trabalhos. Peça aos docentes que estimulem a criança a falar um pouco sobre ele mesmo, seu histórico e sua relação com os estudos. Depois, todos podem contar o que fizeram durante as férias. Os professores podem contribuir dando ideias para organizar esse momento e apresentar maneiras de fazer isso. Exemplos: cada aluno pode contar sobre algo que aprendeu nas férias, um lugar que visitou, uma história que leu ou assistiu. Entre os mais velhos, também é interessante falar dos planos que têm para o ano, o que pode incluir um curso ou uma atividade extra ou estudar para o vestibular.



4. Tutoria dos veteranos

É comum que os alunos novos demorem um pouco para se enturmar com um grupo já formado. Para facilitar esse período, adote um sistema de tutoria em que um colega da turma que já estuda na escola há mais tempo mostre ao novato todos os departamentos, o acompanhe e oriente em relação aos procedimentos da escola e tire suas dúvidas. Esse acompanhamento pode variar de uma semana a um mês. Algumas escolas marcam o início das aulas para os novatos um ou dois dias depois do início oficial das aulas. Nesses dias, o professor dá informações sobre o novo colega que vai chegar (nome, de onde ele vem, o que fazem os pais etc.) e escolhe o aluno que fará a tutoria. Em instituições em que há grêmio estudantil, essa recepção pode ser feita por um membro da entidade.







5. Primeiro contato com cada setor

Reforce também a importância dos funcionários de apoio e administrativos serem receptivos com todos e especialmente solícitos com quem ainda não conhece as dependências e rotina da unidade. Estude a hipótese de a classe do primeiro ano - em que todos devem ser novos - fazer uma excursão pela escola com paradas em cada setor para que um responsável da área explique o funcionamento da cantina, da biblioteca, da secretaria, etc. Algumas escolas marcam o início das aulas em dias diferentes para cada três ou quatro turmas para que todos os funcionários deem atenção a chegada de todos.



6. Aulas inaugurais diferenciadas

As primeiras aulas devem apresentar os conteúdos que serão trabalhados durante um período (bimestre, trimestre ou semestre), de acordo com o que foi planejado na semana pedagógica. Uma maneira de apresentar os projetos que serão desenvolvidos é mostrar à turma os trabalhos feitos sobre o tema em anos anteriores. Ao coordenador pedagógico, cabe orientar os professores para que façam uma avaliação inicial antes de introduzir cada conteúdo. As perguntas, quando bem elaboradas, além de dar uma noção precisa do que cada aluno sabe sobre o tema e de que ponto os professores podem avançar, servem para despertar a curiosidade e dar uma prévia do que as crianças aprenderão durante o projeto.






7. Regras bem compreendidas

Decida com a equipe, também no final da semana pedagógica, quem apresentará o estatuto da escola - e como - e em que momentos serão feitos os combinados entre professores e alunos. O próprio diretor pode ter essa função. Para isso, ele precisará ir de sala em sala, se apresentando, dando as boas vindas e explicando algumas regras de convivência já em vigor - que devem ser transmitidas de forma que os alunos entendam porque elas existem. Uma sugestão é partir dos direitos de cada um para os deveres de todos. Por exemplo: todo estudante tem direito a material didático de qualidade, para isso cada um deve cuidar bem dos livros que usará naquele ano para que eles possam ser reutilizados no próximo. É importante gastar alguns minutos com o assunto logo nos primeiros dias de aula, antes que as situações em que caberia o uso de determinadas regras ocorram. Com as regras gerais conhecidas, cada professor pode organizar com a uma turma os combinados internos. Para isso é preciso ouvir os alunos e sistematizar as discussões, chegando a normas internas para cada grupo.

Leia com olhos do coração...

Segurando sua mão

Fabrício, meu aluno, era caladinho com os colegas... regular na aprendizagem... não conversava comigo... e a mãe sempre dizia que ele era muito "devagar"... Comunica-se através da libras... Antes do recesso de junho, depois de ter passado uma atividade, pedi licença à turma e fui tomar um cafezinho na cozinha da escola (saí sem fazer o desjejum). Quando estou saboreando meu café, aparece o Fabrício com o rosto ensangüentado, acompanhado por dois colegas contando que ele tropeçou e bateu com a testa na quina da porta. Olhei o ferimento e percebi haver necessidade de levar pontos. Liguei para a família avisando o ocorrido. Logo a irmã chegou e fomos para a clínica. A irmã estava nervosa, chorando e dizendo que o Fabrício ia desmaiar porque "não agüenta dor, nem ver sangue". Quando chegamos, olhei para o Fabrício, disse-lhe que os pontos não iriam doer pois a médica daria anestesia. Durante a sutura fiquei segurando sua mão, sempre sorrindo para ele. Depois de ser medicado deixei-os em casa e voltei para a escola. No outro dia, na sala, encontro o Fabrício feliz da vida. Fiquei surpresa, pois o surdo geralmente tem a saúde frágil e qualquer indisposição os deixa na cama. Pedi para ele contar tudo que aconteceu na clínica, para construirmos um texto. Muito à vontade começou a contar o ocorrido e sempre sinalizava que eu estava junto dele e segurava sua mão. A partir daí o Fabrício ficou "enturmado", sempre me sorria e conversava contando as coisas do seu dia a dia. Na reunião de pais, sua mãe me perguntou por que o Fabrício mudou tanto... chegava em casa ia logo estudar, estava atencioso com a família e fazendo planos de ser aprovado para a 5ª série. Respondi-lhe que também observei a sua mudança na escola mas, não tinha uma resposta para dar. Depois da reunião, avaliando os resultados do encontro com os pais, fiquei pensando... não teria respostas para a mãe do Fabrício mas, muitas vezes, em certos momentos da nossa vida, gostaríamos imensamente de ter alguém segurando fortemente nossa mão...

(Elza Portugal)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

"Um cárdapio balanceado contendo alimentos variados de cada grupo garante suporte nutricional adequado para um bom desenvolvimento e uma boa manutenção de nossas crianças."
À Toda Comunidade Escolar – Pais, Professores, Funcionários e Alunos



Mais um ano se finda e tão logo o outro se inicia.
Este foi um ano de alegrias, tristezas e realizações. Mas o mais importante é refletir sobre os acontecimentos, a jornada do dia-a-dia e, concluir ao final, que tivemos um saldo de crescimento e aprendizado.
O nosso caminho é feito pelos nossos próprios passos, mas a beleza da caminhada depende dos que vão conosco!
Assim, neste novo ano que se inicia, possamos caminhar mais e mais juntos em busca de um mundo melhor, cheio de PAZ, SAÚDE, COMPREENSÃO e muito AMOR.
Agradecemos a todos por um ano de trabalho, cooperação, confiança e dedicação. Desejamos que este NATAL seja o início da construção de um caminho de ALEGRIA E DE ESPERANÇA.
FELIZ NATAL E ANO NOVO!

Os Direitos da Criança

Toda criança tem direito à atenção e ao amor

Todas as crianças são iguais

Toda criança tem direito a uma boa alimentação
Toda criança tem direito à atenção e ao amor

Todas as crianças são iguais

Toda criança tem direito a uma boa alimentação
Toda criança tem direito a uma boa saúde

Toda criança criança tem direito ao lazer

Toda criança tem direito de ir à escola
Toda criança tem direito a uma boa saúde

Toda criança criança tem direito ao lazer

Toda criança tem direito de ir à escola

Nenhuma criança deve ser vítima da guerra

Nenhuma criança deve ser vítima de abusos sexuais

Toda criança pode se expressar livremente
Nenhuma criança deve ser vítima da guerra

Nenhuma criança deve ser vítima de abusos sexuais

Toda criança pode se expressar livremente
Toda criança pode praticar sua religião Nenhuma criança deve ser maltratada Nenhuma criança deve ser explorada pelo trabalho
Toda criança pode praticar sua religião Nenhuma criança deve ser maltratada Nenhuma criança deve ser explorada pelo trabalho

Toda criança pode se unir a outras crianças

Toda criança pode receber informações para seu bem

Deve ser dada prioridade  às crianças refugiadas
Toda criança pode se unir a outras crianças

Toda criança pode receber informações para seu bem

Deve ser dada prioridade às crianças refugiadas

Deve ser dada prioridade às crianças portadoras de deficiências

Deve ser dada prioridade às crianças em conflitos legais

Deve ser dada prioridade às crianças sem familia

Deve ser dada prioridade às crianças portadoras de deficiências

Deve ser dada prioridade às crianças em conflitos legais

Deve ser dada prioridade às crianças sem família
Aprenda a tornar o período de férias prazeroso a pais e filhos


Toda criança sabe: julho, dezembro e janeiro são sinônimos de férias escolares. Um descanso merecido depois de tanto estudo para atingir boas médias, principalmente para as crianças que são envolvidas em muitas atividades curriculares. De acordo com o chefe do Serviço de Pediatria do Hospital Alvorada Moema, Dr. Aureliano Mendes, o excesso de tarefas pode ser cansativo e estressante para as crianças. "Os pais matriculam seus filhos em aulas de inglês, computação, natação e outras diversas e acabam criando expectativas muito intensas em torno das crianças. Ao final, elas estão esgotadas", explica.

Com o fim das aulas, elas passam a ter a agenda totalmente livre para brincadeiras, mas, quando os pais não conseguem férias no mesmo período, o descanso das crianças vira sinônimo de trabalho extra pela frente. "Para os pais, nem sempre as férias escolares são vistas como algo bom. Normalmente significam um aumento de trabalho e preocupação que eles nem sempre estão dispostos a assumir. A relação pode ficar conturbada se não for discutida previamente, com planejamento sobre o que será feito no momento de folga das crianças", adverte o Dr. Aureliano Mendes.

Nessa época de descontração, a rotina fica esquecida. Os horários de alimentação se tornam mais flexíveis e é permitido dormir e acordar mais tarde. Segundo o pediatra, essa mudança de costumes, porém, não é prejudicial para as crianças. "Se considerarmos que ela tem um hábito alimentar correto durante o período escolar, não serão 30 dias que trarão malefícios para o crescimento delas. Por outro lado, se já no dia-a-dia as crianças não estão habituadas a uma alimentação saudável, esse pode ser um bom momento para introduzir nutrientes que estejam faltando ao organismo", recomenda.

Quando os pais sabem encarar as férias com tranqüilidade e disposição, este pode ser um ótimo período para estreitar a relação com os filhos, levá-los para passear em locais que ainda não conheciam, ensiná-los e também aprender com eles. Dessa forma, o "trabalho extra" dos pais pode se tornar uma rica e divertida experiência e, as férias escolares das crianças, um período inesquecível.

Dicas do especialista

  • É importante manter parte da rotina da criança para que ela não perca esse referencial na volta às aulas, principalmente nos últimos dias antes de férias.
  • Embora as férias de julho ocorram no inverno, as crianças não devem ser privadas de brincar fora de casa.
  • Os pais devem encarar o tempo livre das crianças como uma boa oportunidade para estreitar o relacionamento com elas. Brincar, conversar, divertir-se com as crianças estreita vínculos e ajuda para um crescimento saudável.
  • Para os pais ansiosos pelo aprendizado das crianças, visitas a zoológicos, aquários, planetários, cinemas e bibliotecas podem ser divertidos e ao mesmo tempo enriquecedores à cultura dos filhos.
  • Que tal plantar uma árvore nas férias? Também aproveite para ensinar a importância da preservação do meio ambiente ao falar sobre a água quando forem lavar as mãos, por exemplo.
  • As crianças adoram construir objetos. Garrafas plásticas, latas e massas de modelar podem estimular a criatividade ao serem transformadas em brinquedos.
  • A correria do dia-a-dia afasta os adultos dos exercícios físicos e muitas crianças acabam caindo na mesma rotina. Estimule a caminhada, a bicicleta e os jogos ao ar livre.
  • Não deixe que seu filho passe a maior parte do tempo assistindo à televisão ou jogando vídeo-game. Invente atividades em que seja necessário contato com outras crianças para que ele aprenda a se sociabilizar e faça amigos.
  • Avalie quando foi a última consulta do seu filho ao pediatra e ao dentista e veja se não é hora de uma consulta preventiva.
  • Os adultos devem estar atentos às brincadeiras e atitudes das crianças que podem ocasionar em acidente, muito freqüentes neste período de tempo livre.
  • Pais que têm dificuldade de inserir nutrientes importantes para a alimentação da criança por conta da correria do dia-a-dia podem aproveitar o período de férias para oferecer pratos saudáveis de forma prazerosa e divertida às crianças. Seja criativo e monte um prato colorido.
  • Antes do seu filho dormir, leia histórias para ele. Além de fazê-lo se interessar pela leitura, você estreita a relação de vocês.
A criança e as Artes Visuais

O Trabalho com as Artes Visuais na Educação Infantil é muito importante, no que se refere ao respeito das peculiaridades e esquemas do conhecimento próprio a cada faixa etária e nível de desenvolvimento. Isso significa, que o pensamento, a sensibilidade, a imaginação, a percepção, a intuição e a cognição devem ser trabalhadas de forma integrada, favorecendo o desenvolvimento das capacidades criativas das crianças.
No processo de aprendizagem em artes visuais a criança traça um percurso de criação e construção individual. E no fazer artístico e no contato com os objetos de arte que parte significativa do conhecimento em artes visuais acontece. No decorrer deste processo, o prazer é o domínio do próprio fazer artístico, da simbolização e da leitura de imagem. Os símbolos apresentam o mundo sócio-cultural. E através da pintura, moldagem, construção tridimensional, colagens etc. O desenvolvimento progressivo do desenho implica mudanças significativas que no início, dizem respeito à passagem dos rabiscos iniciais da garatuja para construções cada vez mais ordenadas, fazendo surgir os primeiros símbolos.
Essa passagem é possível graças as interações da criança com o ato de desenhar e com desenhos de outras pessoas.
Na garatuja a criança tem como hipótese que o desenho é simplesmente uma ação sobre uma superfície. No decorrer do tempo, as garatujas que refletiam sobre tudo o prolongamento dos movimentos rítmicos de ir e vir transformam-se em formas definidas que apresentam maior ordenação e podem estar se referindo os objetos naturais, objetos imaginários, ou mesmo a outros desenhos.
Enquanto desenham ou criam objetos também brincam de “faz-de-conta” e verbalizam narrativas que exprimem suas capacidades imaginativas. Ela cria e recria individualmente formas expressivas, integrando percepção, imaginação, reflexão e sensibilidade, que podem então ser apropriadas pelas leituras simbólicas de outras crianças e adultos.




segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Que legal,
Estamos ampliando nossos conhecimentos cada vez mais na Infomática, através da Capacitação promovida pelo Núcleo de Tecnologia Educacional de Ituiutaba no período de 03/12 à 09/12.
Foram momentos enriquecedores e produtivos em nossa área profissional.